Arquivos para a Categoria ‘Local’

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Monárquicos Por Costa

Agosto 11, 2009

Estes rapazes levaram a ideia de Unir Lisboa mesmo a sério. Ninguém os compreendeu verdadeiramente.

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Descubra as diferenças

Fevereiro 27, 2009

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Michael Jackson foi inocentado das acusações de pedofilia. Paulo Pedroso foi ilibado por ausência de provas (ao que consta, a fotografia que as vítimas reconheceram estava “desfocada”).

Os CD’s de Michael Jackson não vendem. Em compensação, um milionário saudita pagou-lhe um novo álbum. O PS de Almada escolheu o antigo ministro socialista para candidato à Câmara. Resta saber se os almadenses compram a cassete de Pedroso.

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Pequenas peripécias de uma curta viagem

Fevereiro 12, 2009

Uma curta viagem pode ser repleta de insólitos. Há dias assim.

Quando ontem saí de casa em Coimbra e apanhei o táxi rumo à estação (Coimbra-A, como é hábito), julguei que as minhas pequenas aventuras desse dia se ficariam pela correria de arrumar a mala e a mochila do PC e dos livros, e dirigir-me apressadamente ao mini-mercado mais próximo, o melhor ponto de referência para indicar à central de táxis. Como costumo esquecer-me do nome da rua onde vivo, o que é um pouco embaraçoso (aliás, neste momento não sei o nome da minha rua), indico sempre o Ulmar, assim se chama o estabelecimento, para aí me encontrar com aqueles veículos pretos e verdes, às vezes num horrível bege (detesto os táxis dessa cor), enfiar a mala na bagageira, e seguir para a parte da frente, umas vezes junto ao motorista, outras à burguês, no banco de trás. Afonso Henriques, chama-se a rua do Ulmar – sei-o porque a telefonista dos táxis mo disse, para confirmar o local, a que eu anuí rapidamente. Read the rest of this entry ?

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Choupal

Fevereiro 12, 2009

Uma obra pública de traçado, no mínimo, estúpido está para avançar em Coimbra, tecnicamente amputando a mítica mata do Choupal. Não é o mito, mas o ser, que me preocupa. Quem ler este blog facilmente concluirá que não me preocupo muito com a tradição. Sempre que valores de liberdade, justiça ou humanidade se cruzam com os valores históricos, não hesito em defender as soluções que se adequem aos primeiros, mesmo que isso atropele a tradição. Esta é uma das matérias em que não tenho pingo de vergonha em ser extremista. A tradição não deve, não pode, nunca, sobrepôr-se ao presente – ao interesse, ao bem-estar, dos homens do presente.

Não é o facto de o Choupal ter servido de ninho do amor a quem quer que seja, há 100 anos, nem as experiências nele passadas, que me oporia a uma estrada por onde muitas outras experiências futuras e de futuro se farão. Não. O que me preocupa é o Choupal ser um ecosistema vivo, de importância vital para a sustentabilidade da cidade de Coimbra. É o Choupal ser um sítio que importa, no presente, às centenas de pessoas que o utilizam como cenário para os seus amores, desportos, piqueniques. É o Choupal poder ser, no futuro, um local de encontro entre o Homem e a Natureza. É isso que, para mim, está em causa, e que importa.

Nunca fui ao Choupal. Não me faz diferença nenhuma, no meu dia-a-dia, ter ou não ter uma mata, ali ao pé do rio, na saída da cidade. Mas tenho sensibilidade suficiente para reconhecer que há pessoas para quem o Choupal importa, e que há um conjunto de plantas e animais para as quais o Choupal é o Mundo, o seu tudo. Mais do que isso, não tendo nunca ido ao Choupal, sei que ele contribui decisivamente para a minha qualidade de vida, ao interferir directamente no ar que respiro. Read the rest of this entry ?

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Os renegados de Keynes

Janeiro 12, 2009

Este blog está hoje de volta das férias natalícias. Enquanto decido se vou ou falto a mais um exame, quero aqui deixar o assunto que mais me marcou neste período. Não se trata do Primeiro-Ministro, nem da líder da oposição, nem de Israel; tão-pouco da recessão ou da crise (ou o que lhe queiram chamar). Num tempo de triunfo dos dogmas socialistas, o tema de rentrée passa por algumas das vítimas do Estado Social.

Num destes dias de início de ano, liguei a televisão nas notícias. Estavam a falar do frio, e uma das reportagens era sobre os esforços dos bombeiros para levar ajuda aos sem-abrigo em Lisboa - montaram umas tendas com aquecimento, onde serviam sopa e davam mantas. No entanto, os visados pela medida recusavam-se a participar, numa manifestação silenciosa contra a precariedade da ajuda estatal. Nesse momento, perguntei-me: “Onde raio pára o tal Estado Social?”.

Assisto, ouço ou leio quase todos os dias alguém (spin doctors, políticos mainstream, ou o zé-da-esquina) defender o Estado-de-todos, que protege e apoia quem precisa. Ouço falar nos sistemas liberais como modelos selvagens onde as pessoas passam fome e as crianças não têm sistema de saúde. Ouço dizer que temos de proteger a nossa Constituição social-democrata, porque é a única e derradeira garantia que temos contra a injustiça social. Mas o que é a injustiça social? Quem trabalha ter mais e quem não trabalha ter menos? Quem tem mérito ascender e quem não o tem decrescer - ”socialmente” – ? Mas isso não é… justo?

Corrigem o discurso – afinal é “igualdade social”, “paridade social” -, lembram-me do que é perder o emprego (o que nem sempre dependerá do esforço e diligência do trabalhador), e das dificuldades que enfrentam os trabalhadores.  Mas então e… as dificuldades que enfrentam os pequenos empresários, ou os que se empregam por conta própria, que muitas vezes recebem ainda menos, e que não têm qualquer salvaguarda “social”? Ou vivemos num Estado com duas nações?

Relembram factores históricos – a luta de classes, a predisposição dos trabalhadores por conta de outrém para o sofrimento de situações injustas -. Voltam a falar na qualidade de vida para todos: o Estado Social é mais do que o Direito do Trabalho. Mas, se assim é, porque é que há sem-abrigo? Curiosamente, respondem com a voluntariedade em se viver na rua, da mesma forma que tantos liberais falam na voluntariedade em não se ter emprego. Subitamente, o socialista torna-se liberal: o mesmo discurso que não valia para os trabalhadores já vale para quem vive na casta inferior. Poupem-me.

Porque é que o Estado Social permite a situação dos sem-abrigo? Porque é que os políticos mainstream compactuam com essa situação? Ou não há dinheiro para pagar umas camaratas a quem nem tem casa? Vem-me à memória o escândalo da atribuição de casas pela Câmara de Lisboa – não parece haver contradição mais evidente.  Chego à conclusão de que os políticos do Estado Social não estão minimamente preocupados com o bem-estar social.

Como quaisquer outros, os políticos da intervenção estatal estão apenas interessados nos jogos de poder e no agrado dos eleitores da classe média, onde o discurso do Estado Social cai bem. É isso. Cai bem. E calha: o bem-estar de todos justifica o crescimento exorbitante do poderio do Estado - i. é, dos políticos, que se metem cada vez mais na vida de todos e de cada um de nós, quando não nos substituem (qual pai extremoso). Os políticos ganham poder, gerem cada vez mais dinheiro, e controlam cada vez mais a vida das outras pessoas. Não estranha que todo o tipo de argumentos falsos seja por eles utilizado contra o liberalismo, nem que haja uma verdadeira campanha de propaganda ideológica nos currículos académicos, preparados pelo ou com o aval dos ministérios da educação e do ensino superior.

E é lógico que os sem-abrigo continuem sem-abrigo, apesar das evoluções sociais (cujo “retrocesso” fica impedido pela mão do princípio fundado pelo fiél guardião da Constituição, Gomes Canotilho): eles não votam. Representam uma fatia mínima da população, que vive aparte do resto. São inofensivos e, por isso, não estão na lista de prioridades de quase nenhum político, por mais “socialista” que seja.  São os renegados do Estado Social.

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E vai um politiqueiro para o país de Gales!

Novembro 20, 2008

[Nota: Este post é um tanto corriqueiro, mas não há outra maneira de tratar uma notícia como esta]

1. Uma tentativa de tratamento “sério”

A Madeira tem um novo “homem bom”: o herói é o líder do PS/Madeira, que afirma que, no arquipélago, há um poder autoritário, e que as instituições nacionais são complacentes com isso (Governo PS incluído?):

Por isso, compromete-se, “sempre que houver um desrespeito das regras do Estado de Direito, a apresentar uma exposição aos órgãos competentes”. E avisa: “Se isto fosse uma coisa entre madeirenses, este assunto já estava resolvido! Mas são as instituições nacionais que toleram alguém que atenta contra o Estado de Direito e contra a pátria”.

É isso! Está criado um novo Baltazar Garzón, à la Madeira. Um verdadeiro Dom Quixote, disposto a lutar contra os moinhos que se atravessem no caminho do seu sucesso político.. perdão, dos valores maiores da justiça e do Estado de Direito!

O que é mais ridículo é que ele se lembre de falar na promiscuidade entre as instituições e o Governo Regional da Madeira, quando o Parlamento nacional (liderado pelo PS) aprovou, por unanimidade, um Estatuto Político-Regional dos Açores inconstitucional. Será que João Carlos Gouveia está disposto a falar nisso, ou os constrangimentos partidários impedirão este grande herói de dar um saltinho ali ao arquipélago do outro Carlos (César) para verificar os “atentados ao Estado e à Pátria“? Não se esqueça o João que um herói tem de lutar para todos os lados…

Ah, e não se esqueça o defensor acérrimo dos Madeirenses do Governo do seu amado PS, que cortou verbas da Madeira, por constrangimentos orçamentais, mas não se coibiu de aumentar as dos Açores desse símbolo da democracia chamado Carlos César.

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2. Os comentários (corriqueiros e execráveis) que me apetece fazer

Mas são as instituições nacionais que toleram alguém que atenta contra o Estado de Direito e contra a pátria” – isto vindo de um ex-acusado de terrorismo, que foi absolvido, e que por acaso ocorre ser protegido do PS. É claro que ele tem toda a autoridade moral para falar no assunto.

Mas esperem lá! “Se isto fosse uma coisa entre madeirenses, este assunto já estava resolvido“?!? Quantos votos teve o PSD-M de Alberto João Jardim nas últimas eleições regionais? O suficiente para lhe dar uma confortável maioria absoluta. Presumindo que “resolver o assunto” seja fazer o actual incumbente sair do poder,e tendo em conta que toda a polémica começou quando o nosso herói foi acusado (e absolvido), pelo Alberto João, de participar num grupo terrorista de libertação da Madeira dos loucos anos 70… Suponho que aquilo de que o João Carlos se queixa é do intervenionismo das leis que proíbem o terrorismo, e dos bandidos do continente que suprimiram os atentados da FLAMA…

Claro! Se isto fosse uma coisa entre Madeirenses, este assunto já estava resolvido“… à bomba! Não havia nem SIS, PSP, PJ, GNR, nem FA, nem MP ou tribunais. Os “heróis” poderiam agir impunemente. Umas bombitas no parlamento regional e no governo regional, e mais uns tirozitos na testa dos que ripostassem, e pronto! “O assunto já estava resolvido“. Pois claro!

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A bandeira NAZI (3)

Novembro 8, 2008

O povo exigiu, o Presidente agiu:

O DN sabe que o chefe da Casa Civil de Cavaco Silva, Nunes Liberato, telefonou ao deputado Guilherme Silva que, por sua vez, entrou em contacto com Alberto João Jardim para pressionar o PSD/Madeira a levantar a suspensão do deputado do PND, José Manuel Coelho.

[...]

O processo de suspensão do deputado do PND, por ter utilizado símbolos nazis no Parlamento, seguido de proibição de entrada no hemiciclo regional, acabou por tomar proporções não esperadas pelo PSD/Madeira, a partir do momento em que todos os partidos na República começaram a exigir a intervenção do Chefe do Estado.

O silêncio de Alberto João Jardim sobre esta matéria acaba por dizer tudo. Se falasse teria de ser solidário com o seu grupo parlamentar, criando mais um problema a Belém. Neste caso, Jardim foi obrigado a calar-se para não criar mais um problema ao Presidente da República, envolvido que está na polémica em torno do Estatuto Político-Administrativo dos Açores. Tornou-se claro que a primeira decisão de suspender o deputado do PND foi tomada a quente e tudo indica que Alberto João Jardim estava por dentro do assunto, dado que o comportamento do deputado do PND tem sido tema debatido nas reuniões da comissão política do partido há muito tempo.

[...]

Certo é que a partir de ontem o presidente da Assembleia Legislativa, Miguel Mendonça, anunciou desde cedo que a suspensão apresentada pelo PSD ficara sem efeito, assumindo a ilegalidade da iniciativa, mas lembrando que era obrigado a cumprir as decisões tomadas em plenário pelos partidos. Em declarações ao DN, confirmou que o caso está sanado e que “dentro de uma semana o Parlamento irá entrar na legalidade”.

Diário de Notícias [sublinhado meu]

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A bandeira NAZI (2)

Novembro 7, 2008

Excelente artigo de João Luís Pinto n’O Insurgente:

Não vislumbro sequer, uma vez que o exemplo que se quis associar à bandeira em questão foi claramente negativo (a menos que o PSD-M ache que a bandeira se destinava a elogiar o seu líder Jaime Ramos), qualquer coisa que se possa enquadrar num juízo de “apologia” ou de “negacionismo” associado à ideologia em causa. Quando muito, assistimos a uma situação que se pode enquadrar eventualmente no vulgar domínio do crime de injúria, crime que – lembre-se – é de natureza privada, que se resolve num tribunal, e que em nada interfere – salvo decisão nesse sentido da autoridade judicial (também para isso existem as medidas cautelares) – com a continuação da actividade política do deputado.

Ora é exactamente para debelar esta tentação de misturar intervenção política com juízos de injúria e difamação que se instituiu o conceito de imunidade parlamentar.

[...]

Imaginemos o que seria considerar aceitável a suspensão de toda a actividade plenária de um parlamento, na prática sine die (conhecendo-se quanto tempo pode demorar essa “decisão”), por causa de uma disputa relativa a um crime de injúria entre dois dos seus deputados. Imagine-se um parlamento em que o “direito ao bom-nome” e “à honra” de um deputado (situação para a qual existem meios legais claros e universais a que se pode recorrer) se sobrepunha à liberdade de expressão e de intervenção política dos seus deputados. Afinal, um parlamento onde a presença de um pano pintado de vermelho, preto e branco (que concerteza nunca fez de sua iniciativa mal a ninguém) se sobrepõe à própria necessidade e utilidade da existência de sessões plenárias e de uma Democracia operante. É o que se passa na Madeira.

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A bandeira NAZI

Novembro 6, 2008

É simplesmente despropositada a queixa do PSD-Madeira contra um deputado regional do PND por propaganda nazi e os episódios que se seguiram, com a suspensão ilegal do deputado e a suspensão das sessões plenárias do Parlamento regional. José Manuel Coelho foi populista e usou de muito mau gosto ao levantar uma bandeira nacional-socialista na Assembleia Legislativa Regional, mas daí a dizer que fez propaganda nazi já é uma perversão. Qualquer “pessoa de bem” vê que se tratava de uma brincadeira de mau gosto, de uma ironia (sobretudo tendo em conta as comuns intervenções de Alberto João Jardim). A intenção era criticar o autoritarismo que o deputado dizia sentir por parte da maioria parlamentar, comparando-o ao fascismo. Se o PSD-Madeira não compreende o que é uma figura de estilo, levantam-se sérias preocupações sobre a mínima capacidade intelectual dos seus governantes. Passe a ironia.

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Press Room: Açores

Outubro 20, 2008

Ontem, cheguei a casa vindo de um fim-de-semana de conferências e convivências que me tinha retirado de qualquer contacto com os media, e estava curioso com as eleições regionais dos Açores. Ao ver um dos jornais televisivos, pouco ou nada se dizia, o que me levou a percorrer, com o laptop, os sites dos outros canais de informação. Idem: muito pouco se dizia. E aquilo que aparecia vinha depois de notícias como o apoio de Colin Powell a Obama ou as cheias.

Fico triste com a derrota do meu partido nestas eleições regionais, mas torna-se preocupante quando a comunicação social faz um blackout a umas eleições para órgãos com poderes elevados dos soberania, com a justificação de que despertam pouco interesse. Teriam as eleições intercalares em Lisboa despertado tanto interesse, se a imprensa não tivesse passado meses a fio a noticiar escândalos? Tenho a certeza de que, no incontrolado Governo Regional dos Açores, os podres abundam - e, como tal, os escândalos ficam à distância de um bilhete de avião e de umas reservas de hotel para um par de jornalistas credíveis.

Sou um acérrimo defensor da liberdade de imprensa. Fui contra a recente legislação que a limita e que quase coloca os jornalistas no papel de entidades públicas, ao obrigá-los a responsabilidades que apenas cabem a organismos da Administração. Nem se pense que estou a propagar a ideia de que a ERC deveria agir: a sucessão de episódios e as subserviências político-partidárias dos seus membros mais do que bastariam para encerrar esta autoridade independente e abrir uma nova (mas parece que aqui não há nenhum político socialista publicamente acusado de pedofilia…); de qualquer forma, não parece que qualquer regulador possa estabelecer critérios editoriais, sob pena de cairmos num sistema recauchutado de censura política.

Critico os media enquanto espectador. Esperava muito mais, já que é o nosso país, o dinheiro dos nossos contribuintes e o futuro de todos nós que está em jogo. Nota “0″ para a nossa comunicação social.