
Freeport Break
Abril 20, 2009Nos Estados Unidos, a estação televisiva HBO anunciou que irá produzir um filme sobre as eleições presidenciais de 2008. Por cá, também não se quis ficar atrás deste feito inédito. Fontes secretas garantiram à Esfera que a TVI está a preparar, no segredo dos deuses, uma série baseada na vida política nacional.
Entretanto, a série Prison Break vai acabar, mas não se pense que os produtores e o elenco vão ficar desempregados. A TVI terá encomendado aos seus autores a produção da série documental da actualidade política portuguesa – mais concretamente, do caso Freeport. Numa ligação criativa entre Prison Break e a actualidade nacional, a história desenrolar-se-á em torno da Insídia, uma agência para-governamental liderada por um elemento desconhecido, denominado ONVNI (Objecto Não-Voador Não-Identificado), mentor de uma conspiração visando eliminar o Primeiro-Ministro português e os seus aliados.
A trama procurará retratar, assim, os bastidores nunca antes vistos da luta titânica de José “Zézito” Sócrates e da família Pinto de Sousa contra uma conspiração maquiavélica e mortífera, para fazer justiça e limpar o seu nome.
Ao que consta, há alguns nomes de actores confirmados. E de peso.

José Sócrates será interpretado por Wentworth Miller, o protagonista americano de Prison Break. Para a voz ficar parecida, Miller usará um aparelho no nariz (e uma rolha na garganta). O actor já pode ser visto a fazer jogging matinal pelas ruas de Los Angeles, treinando para a personagem.

Fernanda Câncio será desempenhada por Sarah Wayne Callies, que desempenha a combatente e activista namorada de Miller em Prison Break. A série mostrará os bastidores dos media portugueses, com Câncio a não se coibir de se enfiar na lama em nome do amor.

Dominic Pursell, o co-protagonista de Prison Break, irá interpretar o ministro Alberto Costa. Para a escolha, pesou a identidade entre as duas personagens: um jagunço de ar pouco inteligente e nada simpático, mas disposto a tudo em nome do herói da trama. Mesmo tudo.

António Costa será interpretado por Amaury Nolasco. Novamente, explorar-se-á a semelhança de carácter: o homem de todas as horas, mas que acaba por se cansar de lutar contra a Insídia, indo para a Câmara de Lisboa.
O papel de Manuela Moura Guedes ainda não foi atribuído. A Esfera sabe que a produção tentou convencer a intérprete da malvada Gretchen de Prison Break, que recusou. As reticências da actriz prenderam-se com as intervenções cirúrgicas e as injecções de botox e de silicone que o papel lhe exigiria. Moura Guedes será abordada como uma jornalista instável, que, depois do trabalho (ou antes dele, na Sexta-Feira) trabalha para a Insídia.
Mas há um nome ainda mais sonante na calha para este intrigante papel.

É verdade: a TVI está a estabelecer contactos com a actriz Angelina Jolie. Apesar do elevado cachet, Jolie pouparia tantos custos em cirurgias e efeitos especiais.

A malvada Manuela Ferreira Leite será interpretada pelo monstruoso Theodore “T-Bag” Bagwel. Ferreira Leite será abordada como uma inabilidosa líder do maior partido da oposição que, aos serões, executa cuidadosamente as ordens de ONVNI, na esperança de lucrar com isso. Juntamente com Moura Guedes, é a figura mais diabólica da série: homicídios em série, violações, torturas, roubos, extorsões, traições à pátria e jogadas maquiavélicas constarão do DNA destas personagens. O actor recorrerá a injecções de hormonas femininas, bem como a uma equipa dedicada de cabeleireiros, para desempenhar este papel.
Pinto Monteiro será desempenhado por William Fichtner, o policial corrupto de Prison Break. As parecenças físicas e a controvérsia em torno de ambas as personagens justificam a escolha. Até ao final da série, os espectadores serão confrontados com difíceis problemas éticos, à medida que se explorar, sucessivamente, o lado bom e o lado mau do investigador.
Muito satisfeita, Cândida Almeida aceitou fazer de si própria.

Por fim, uma participação especial de Hannibal Lecter, em alguns episódios, no papel de Augusto Santos Silva: um bondoso homem, cujo único problema é não conseguir controlar o desejo de se alimentar de seres-humanos. José Sócrates colocá-lo-á no bom caminho, freiando-lhe o ímpeto canibal com uma bela máscara e enviando-o para o Parlamento, onde os seus gostos serão bem aproveitados.
Parece que a série é mesmo para durar. Depois desta primeira temporada, deverão seguir-se outras, abordando diferentes ângulos, e com novas personagens. Aguardemos.
ta altamente
genial!
parabéns
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